Vídeo de Discipulado Diário
Jeová Nissi – Deus, nossa Bandeira
“E Moisés construiu um altar, e chamou-o Deus, nossa Bandeira.” (Êxodo 15:7, ARA)
Há tempos em nossa vida em que parece que toda tentativa de fazer a vontade de Deus leva a dificuldades e batalha espiritual. Nesses momentos, com frequência nos sentimos desanimados e até mesmo confusos. Quando entramos numa batalha espiritual pelas almas perdidas, podemos ficar espiritualmente, emocionalmente e até mesmo fisicamente esgotados. É em tempos assim que precisamos conhecer JEOVÁ NISSI, Deus, nossa bandeira.
A primeira vez que a Bíblia usa este nome é Êxodo 17:15. Haviam os Amalequitas ido contra os filhos de Israel. Moisés disse ao ainda jovem Josué que iria levantar o bordão de Deus, e esse bordão seria a bandeira sob a qual os israelitas iriam lutar. O cajado se tornou uma bandeira que dava força e confiança aos soldados. Enquanto Moisés estivesse com aquele cajado erguido, o povo vencia o inimigo. Entretanto, quando os braços de Moisés ficavam cansados, e baixava o cajado, assim o povo começava a ser vencido.
Então lemos: “quando Moisés levantava a mão, Israel prevalecia; quando, porém, ele baixava a mão, prevalecia Amaleque.” (Êxodo 17:11, ARA). No desfecho, Israel venceu e Moises ergueu um altar, de nome JEOVÁ NISSI, isto é, “Deus, nossa bandeira”. Israel venceu aquela batalha porque tinha um elo, um ponto, uma bandeira alto erguida, e essa bandeira era Deus. O cajado era um lembrete das maravilhas que Deus havia feito ao livrar os israelitas da escravidão.
Quando entramos em batalha pelas almas de homens e mulheres, também nós precisamos conhecê-Lo como JEOVÁ NISSI. Há alguns anos, Deus nos permitiu ir ao Burundi, em meio a uma guerra. Era praticamente impossível entrar no país, tanto pelo território tomado de batalhas, quanto pelo embargo emposto ao Burundi por muitos países ao redor. Não havia voos para lá, e para chegar era preciso dirigir pelo meio da zona de conflito.
No entanto, foi Deus quem nos levara para proclamar o Evangelho nesse país, quebrado pela guerra. Encontramos um piloto disposto ao risco de nos levar até lá. Fizemos as preparações para as conferências e confiamos em Deus, que iria operar maravilhosamente. Mike Scalf, o diretor executivo de nosso ministério, viajou com nosso diretor de Rwanda, Joseph Karasanyi, àquele país para os preparativos. Eu iria chegar a Burundi uma semana depois.
Eu e minha esposa passamos uma noite em Londres, antes de irmos para Rwanda, de onde iríamos para o Burundi. Naquela noite, a esposa de Mike nos telefonou, com notícias de apavorar: Joseph recebera ameaças contra sua vida, a minha, e o próprio Mike estava muito doente. Além disso, a mãe de Mike havia sido internada, nos Estados Unidos, e os médicos davam pouca esperança de que ela sobrevivesse. Imediatamente liguei para Mike, no Burundi, e compreendi que precisávamos tirá-lo de lá imediatamente. Sua saúde estava gravemente comprometida.
Minha esposa e eu passamos a noite em intensa oração. Apesar de tamanhas dificuldades, senti que Deus queria que continuássemos todos os projetos em Burundi. Sabíamos o que nos esperava quando chegássemos. Mas eu também me lembrei que temos que levantar uma bandeira. Precisávamos que o povo de Deus estivesse em intercessão por nós, clamando pela proteção e por um derramamento do Espírito Santo. Deus foi nossa bandeira. Levantamos alto uma bandeira eletrônica: mandamos e-mails e levantamos uma bandeira de oração. Pedimos ao povo de Deus que interesse por nós.
Enfim, foi possível que Mike saísse em segurança para Uganda. Um médico tratou dele e sua saúde foi restaurada. Sua mãe faleceu antes que ele tivesse retornado aos Estados Unidos. Gente de todo o mundo mandou email para nós, dizendo que estavam orando por nós. Um homem africano escreveu: “Estarei em jejum até que Deus lhes dê a vitória”. No primeiro domingo depois de termos levantado nossa bandeira, muitas igrejas se uniram orando por nós.
Deus Se moveu, milhares vieram ao Senhor Jesus. Foi um grande mover do Espírito Santo! O homem do governo que estava tratando das negociações de paz veio até mim e pediu que fosse imediatamente a sua casa. “Sua mensagem de paz com Deus é aquela que meu povo precisa”, ele disse. “Por favor, leve esta mensagem a cada pessoa neste país!”
Deus fez mais que nos proteger. Ele nos deu uma grande vitória, pois milhares vieram a Cristo. Mas estou convencido que a razão dessa vitória foram os crentes em todo o mundo, unidos num elo de oração. Ele Se tornou nossa bandeira, sob a qual convocamos guerreiros da oração e alcançamos a vitória.
Não sejam nossa bandeira os nossos ministérios, denominações, programas nem métodos. Nossa bandeira seja JEOVÁ NISSI. Moisés ergueu um altar e o chamou JEOVÁ NISSI. Talvez sua necessidade seja erguer em seu coração esse mesmo altar. Deixe-O ser seu elo. Só Ele dá a vitória. Se você estiver desanimado, em meio a batalhas espirituais, sempre poderá voltar a esse altar, e ali encontrar a vitória.
Êxodo : Capítulo 17
8) Então, veio Amaleque e pelejou contra Israel em Refidim. 9) Pelo que disse Moisés a Josué: Escolhe-nos homens, e sai, e peleja contra Amaleque; amanhã, eu estarei no cume do outeiro, e a vara de Deus estará na minha mão. 10) E fez Josué como Moisés lhe dissera, pelejando contra Amaleque; mas Moisés, Arão e Hur subiram ao cume do outeiro. 11) E acontecia que, quando Moisés levantava a sua mão, Israel prevalecia; mas, quando ele abaixava a sua mão, Amaleque prevalecia. 12) Porém as mãos de Moisés eram pesadas; por isso, tomaram uma pedra e a puseram debaixo dele, para assentar-se sobre ela; e Arão e Hur sustentaram as suas mãos, um de um lado, e o outro, do outro; assim ficaram as suas mãos firmes até que o sol se pôs. 13) E, assim, Josué desfez a Amaleque e a seu povo a fio de espada. 14) Então disse o Senhor a Moisés: Escreve isto para memória num livro e relata-o aos ouvidos de Josué: que eu totalmente hei de riscar a memória de Amaleque de debaixo dos céus. 15) E Moisés edificou um altar e chamou o seu nome: O Senhor é minha bandeira. 16) E disse: Porquanto jurou o Senhor, haverá guerra do Senhor contra Amaleque de geração em geração.
Book of the Month
Sammy Tippit told his fiancée, “I can’t promise we’ll be rich, but life won’t be boring.”
Sammy had no idea what an understatement that would become. Beginning in the bars of Baton Rouge and the nightclubs of Chicago, Tippit has shared the news of life-changing faith in Christ all over the world – including in the middle of a revolution in Romania, the aftermath of genocide in Rwanda, and war in Burundi and the Congo.
Sammy’s lifelong adventure has come at a great price. He’s been cursed, threatened, arrested, deported, and blacklisted. He’s also been personally broken, ravaged with illness, and devastated by grief.
Yet he continues to preach to in stadiums, in open fields, and via satellite technology to hundreds of thousands around the globe. For all other books…
O Ministério Sammy Tippit
O Ministério Sammy Tippit tem provido inspiração e ajuda a pessoas ao redor do mundo por quase 50 anos. Sammy Tippit, o fundador e presidente, é um conselheiro, professor e evangelista de renome mundial, com a experiência em servir e ajudar pessoas em mais de 80 países. Sammy tem providenciado um material que tem sido de grande auxílio lidando com assuntos de natureza social, psicológica e espiritual . ele particularmente apaixonado por produzir materiais que sejam acessíveis a pessoas de diferentes países ao redor do mundo. Sammy é casado com Debara “Tex” Tippit, e eles tem um casal de filhos e cinco netos
O Ministério Sammy Tippit é uma organização sem fins lucrativos registrada no artigo americano 501c3.
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